O massacre que ninguém viu.

Lucidez.

“Eu acredito no amor, no povo, no ser humano e na bondade. Estou me preparando psicologicamente para o protesto e vou abandonar o ambiente virtual. Deixo aqui dois relatos, que carregam a minha alma, enquanto o meu corpo estiver na Rua Lopes Quintas velando pelas criancas de Pinheirinho. manifesto na cinelândia“
Pedro Rios em Pinheirinho.

Assista abaixo o documentário curta-metragem “Eu queria matar a presidenta: depoimentos da guerra civil brasileira” filmado por Pedro Rios em Pinheirinho.

A outra história amazonense.

Lucidez.

No post anterior, uma leitora fez um comentário muito interessante sobre o claro e preconceituoso texto da Imortal Mazé Mourão.

“Concordo plenamente. O amazonense é xenófobo SIM e apesar do nosso estado ser quente, o tão famoso “calor humano” brasileiro não chegou aqui. Nós não somos hospitaleiros nem com nossos irmãos de Norte, que dirá com pessoas de um outro país que não são os típicos “gringos” que vem aqui para visitar (gastar). Não estamos acostumados a receber imigrantes, mas isso não justifica a ignorância com a qual esta questão está sendo tratada. Gostaria de saber se esta senhora Mazé Mourão é uma silvícola 100% “pura”. Nós amazonenses somos produto de miscigenação e adivinha, dona Mazé, de onde vem a miscigenação (em seu sentido moderno): dos imigrantes. Não conheço sua história, mas estou disposta a apostar que seus ascendentes faziam parte da mesma categoria. O texto dessa mulher tanto mostrou uma xenofobia enraizada na completa ignorância com relação a processos de migração/imigração quanto apresentou descaradamente um conteúdo racista e discriminatório. Quanto ao sr. Omar Aziz: ele não sabe que os seus antepassados árabes chegaram aqui no Amazonas também como imigrantes? O que está acontecendo agora faz parte do processo de evolução de qualquer país e deve ser visto como tal. O amazonense precisa ver isto com outros olhos e deixar o preconceito de lado de uma vez por todas porque só assim o estado vai se desenvolver na direção certa. Não deixemos toda a solidariedade por parte da igreja católica (enfatizo aqui que as igrejas evangélicas não estão fazendo NADA para ajudar. O que Jesus acharia disso?) e cresçamos. Por fim, levanto outra questão: será que se os haitianos fossem todos brancos de olhos azuis este assunto estaria sendo tratado da mesma maneira?”

Sâmia.

A xenofobia baré (Ode a Estupidez)

Lucidez.

Meus caros amigos, assim como para os jornalista clássicos, radicais, todo mundo que não é dessa tribo é reacionário, todos os que eles não consideram de esquerda são chamados de neoliberais, agentes do imperialismo americano. Hoje no inicio da noite recebi uma ligação indignada – ou seria enjoada- dizendo: já viste o texto da jornalista Mazé Mourão?!
Pelo tom de sua voz, logo percebi, só pode ser uma coisa: Haitianos. E logo ela confirmou a minha suspeita, só podia ser isso, na tarde de hoje vi o pau mandado do Braga (Omar) dando declarações populistas no malfadados jornais da cidade. No twitter uma imbecil fazia outro comentário digno de um asno -o asno que me perdoe pelo insulto-
Onde está a consciência moral e humanitária da tribo baré? Pelo visto parou no tempo ou foi o processo de involução, tadinhos a culpa talvez não seja deles, – Rummenigge você ainda não entendeu? A culpa é do mormaço- não era isso que a nossa nobre jornalista Mazé Mourão dizia em sua coluna diária ao fazer seus comentários pseudo-revolucionários no “A Critica na TV”, pois é, vamos culpar o mormaço para essa estupidez, de nossa cara colunista. Então vamos ao que realmente interessa. Agora os amazonenses resolveram ter uma especie de Ensaio sobre a Imigração, faça me rir, nós fomos os primeiros a abrir as pernas para os estrangeiros, caboclo não pode ver um “gringo” que fica todo prosa. Será talvez esse o motivo de tanto ódio? Por serem negros? Não terem olhos azuis e não distribuírem uma par de dólares? Penso que sim. Nosso povo sempre foi racista, tratam os demais como se fossemos a nova raça ariana. É horrivel o olhar das pessoas no onibus para os imigrantes negros, recusam-se até de sentar-se ao seu lado. No distrito industrial grande parte dos altos cargos estão praticamente reservados aos sulista -longe de mim ser contra os sulistas- apesar de sua arrogância interminável, mas essa é outra historia. Agora, já a nossa “piãozada do distrito” é só amazonense e paraense, porque será? Não preciso nem dizer o porque, os próprios trabalhadores sabem essa resposta. Agora ser mesquinhos ao ponto de dizer que estão roubando as nossas vagas é a tipica leseira baré. Quer emprego: qualifique-se, deixa de ser preguiçoso e despeitado e vai a luta camarada.

Para efeito de informação:

Omar José Abdel Aziz (São Paulo)
Eduardo Braga (Pará)

E nem por isso ninguém fala nada.

Rummenigge S. Wilkens Paz

Manaus recebe Bienal do Livro .

Lucidez.

Manaus receberá em Abril um dos maiores eventos literários do país, a Bienal do Livro. Serão dez dias de encontro no Centro de Convenções Studio 5. Segundo a organização do evento ainda estão estruturando a programação, por isso ainda não se tem os nomes de artistas que irão integrar o evento. O evento acontece de 27 de abril a 6 de maio, é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura. Acompanhe o twitter da Bienal Am @bienalamazonas .

Programação do 8º Festival de Teatro da Amazônia – FTA

Lucidez.

Dia 13 |Quinta
15h00 às 17h00 | Auditório Coronel Henrique Cordeiro Jr. Palacete Provincial
NOVAS TEATRALIDADES
Palestrante | Selma Bustamante
Mediador: Socorro Andrade
Dia 14 |Sexta
14h30 às 17h00 | Auditório Coronel Henrique Cordeiro Jr. Palacete Provincial
NOVA DRAMATURGIA AMAZONICA
Palestrante | Denni Sales,Francis Madson,Márcio Souza,Jorge Bandeira
Mediador : Wellington Junior